Mentoria Endoscopia | APROMED

CASO CLÍNICO

Homem, 50 anos, tabagista. Endoscopia de rotina. Lesão plana no esôfago médio, 20mm. Na luz branca, parece carcinoma espinocelular. Você aplica o Lugol. A lesão cora intensamente.

É CEC ou não é?

 

Se você marcou carcinoma, errou. Era acantose glicoqênica.

O CEC fica iodonegativo — pobre em glicogênio. A acantose é rica em glicogênio e cora mais que o normal. Na luz branca, as duas parecem iguais. O Lugol separa. Quem não sabe interpretar o corante, não sabe a conduta.

“A cromoscopia não substitui a endoscopia convencional. Mas ela qualifica o exame e te mostra o que a luz branca não mostra. Na prova, quem não sabe interpretar o corante não sabe a conduta.”

Dr. Flávio

Corpo docente APROMED · Endoscopia

A APROMED preparou uma mentoria que resolve esse caso e outros como esse. Caso, corante, interpretação, conduta. E o mais importante: mostra por que as alternativas erradas parecem certas. Que é exatamente o truque de toda prova bem feita.

DÚVIDAS QUE SÃO RESOLVIDAS NESSA MENTORIA

Pink sign. Você sabe o que fazer quando aparece? A área iodonegativa descora rápido e fica rosa. Altamente sugestivo de displasia de alto grau ou invasão. Muita gente confunde com inflamação. O Dr. Flávio mostra quando o pink sign muda a conduta.

Barrett C2M5. Lesão nodular. Displasia de alto grau. Mucosectomia ou ESD? No Barrett, a mucosectomia ainda é o padrão para lesões visíveis. A ESD fica para lesões maiores que 15mm ou com suspeita de invasão. Erre essa escolha e você indica um procedimento que não é o recomendado.

IPCL B3. Lesão plana de 20mm. Parece tratável por endoscopia. É? Não. O padrão B3 indica invasão de submucosa profunda — SM2 ou SM3. O tratamento endoscópico é contraindicado. A magnificação mudou tudo: o paciente vai para a cirurgia.

Barrett sem displasia, menor que 3cm. Quando repete a endoscopia? A cada 5 anos. Barrett longo, a cada 3 anos. Mas se tem displasia, o protocolo de Seattle muda: biópsias a cada 1cm, não mais a cada 2cm. Erre o intervalo e você está fazendo exame demais — ou de menos.

Cada caso com questões reais e a discussão de por que você erra no automático. Se você errou ou hesitou no caso lá de cima, essa mentoria é pra você.

A turma de Endoscopia está confirmada.

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Mega Revisão Coloproctologia | APROMED

CASO CLÍNICO

Carcinoma de células escamosas de canal anal. T2, 3cm, sem linfonodos positivos. Paciente estável, bom estado geral.

Você indica amputação abdominoperineal ou radioquimioterapia?

 

Se você foi direto para a cirurgia, indicou uma amputação desnecessária.

O tratamento primário do carcinoma escamoso de canal anal é radioquimioterapia. A amputação é terapia de resgate. A banca adora inverter a ordem. Você lê “câncer anal”, pensa em cirurgia radical, e perde o ponto.

“A prova não tem pegadinha. Ela quer saber se você sabe a conduta. O problema é que a gente leva o que faz no serviço e nem sempre é o que a literatura de referência diz. Essa diferença reprova gente boa.”

Dra. Raquel Nogueira

Corpo docente APROMED · Coloproctologista · Mestre em Cirurgia pela UFMG

A APROMED preparou uma aula que resolve esse caso e outros 14 como esse. Caso, raciocínio, conduta. Próximo caso. E o mais importante: mostra por que as alternativas erradas parecem certas. Que é exatamente o truque de toda prova bem feita.

O QUE VOCÊ VAI VER NA AULA

Tumor pré-sacral. Você faz biópsia? Se for cístico, não. Se for meningocele, jamais — risco de meningite iatrogênica. Se fizer, só transcutânea e o trajeto tem que sair na peça final. A Dra. Raquel explica o que tem consenso e o que ainda é controverso.

Lesão escamosa perianal, exsudativa, mulher na quinta década. Fissura? Não é fissura, não é condiloma. É doença de Paget — adenocarcinoma intraepitelial. Biópsias mapeadas, margens difíceis, recorrência elevada. Confunda com dermatite e você atrasa o diagnóstico em meses.

Cordoma pré-sacral. Qual via de acesso? Acima de S3: abdominal. Abaixo de S3: posterior. Nos dois: combinada. A banca pergunta a via e você precisa saber o nível. E o Kraske não causa incontinência — essa é a pegadinha clássica.

Buschke-Löwenstein. É condiloma ou é câncer? Lesão exofítica em couve-flor, HPV 6 e 11, 50% de recidiva após excisão. Até 60% degenera em 5 anos. Se você tratou como condiloma gigante e não fez excisão ampla, o tumor volta.

Cada caso com alternativas completas e a discussão de por que você erra no automático. Se você errou ou hesitou no caso lá de cima, essa aula é pra você.

A turma de Coloproctologia está confirmada.

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Mega Revisão Gastroenterologia | APROMED

CASO CLÍNICO

Paciente de 62 anos, artrite reumatóide, vai iniciar AINE prolongado com corticoide. Teste respiratório positivo para H. pylori. Assintomático. Sem queixas dispépticas.

Você erradica, dá IBP, ou faz os dois?

 

Nessa aula, ninguém acertou essa questão.

A maioria erradica e para por aí. Ou dá IBP sem erradicar. A conduta correta é erradicar E manter IBP enquanto durar o anti-inflamatório. Erre a sequência e o paciente sangra. Não é falta de estudo. É falta de treino para pensar como a banca pensa.

“A prova não tem pegadinha. Ela quer saber se você sabe a conduta. O problema é que a gente leva o que faz no serviço e nem sempre é o que a literatura de referência diz. Essa diferença reprova gente boa.”

Dra. Lívia

Corpo docente APROMED · Coordenadora de Gastroenterologia

A APROMED preparou uma aula que resolve esse caso e outros 14 como esse. Caso, raciocínio, conduta. Próximo caso. E o mais importante: mostra por que as alternativas erradas parecem certas. Que é exatamente o truque de toda prova bem feita.

O QUE VOCÊ VAI VER NA AULA

H. pylori causa hipercloridria? Na maioria das vezes, não. Pangastrite aguda: hipocloridria. Gastrite antral isolada: hipercloridria. A banca pergunta e a maioria marca errado no automático. A Dra. Lívia explica por que a localização da bactéria define a resposta.

Anti-inflamatório tamponado protege o estômago? 80% da lesão é sistêmica, via inibição da COX-1. Pode usar via parenteral, pode usar tamponado — o risco de úlcera continua. Nessa aula ninguém acertou essa questão. Você acertaria?

Gastropatia por estresse. IBP para todo internado? Não. Só para o paciente crítico: grande queimado, séptico, politrauma. Para todo mundo aumenta risco de Clostridioides e pneumonia. A Dra. Lívia mostra quem realmente precisa — e quem você está expondo a risco.

Pregas gástricas gigantes. Ménétrier ou Zollinger-Ellison? As duas têm pregas enormes. Mas uma é hipoclorídr com hipoalbuminemia, a outra é hiperclorídrica por excesso de gastrina. Confunda as duas e o tratamento vai na direção oposta.

Cada caso com alternativas completas e a discussão de por que você erra no automático. Se você errou ou hesitou no caso lá de cima, essa aula é pra você.

A turma de Gastroenterologia está confirmada.

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Mega Revisão Hepatologia | APROMED

CASO CLÍNICO

Prova da EBSERH, 2019. O enunciado discorre sobre hiperbilirrubinemia indireta no recém-nascido. Aí pergunta: sobre a hiperbilirrubinemia direta no recém-nascido, assinale a alternativa correta.

Você percebeu a troca de eixo ou já estava marcando a “óbvia”?

 

Se você leu “icterícia neonatal” e já pensou em fisiológica, caiu na armadilha.

A banca começa falando de indireta e cobra da direta. Você lê rápido, o cérebro completa o padrão, e você marca errado. Não é falta de estudo. É falta de treino para ler o que a banca realmente está perguntando.

“A prova não tem pegadinha. Ela quer saber se você sabe a conduta. O problema é que a gente leva o que faz no serviço e nem sempre é o que a literatura de referência diz. Essa diferença reprova gente boa.”

Dra. Luiza

Corpo docente APROMED · Gastroenterologista · UNIFESP

A APROMED preparou uma aula que resolve esse caso e outros 14 como esse. Caso, raciocínio, conduta. Próximo caso. E o mais importante: mostra por que as alternativas erradas parecem certas. Que é exatamente o truque de toda prova bem feita.

O QUE VOCÊ VAI VER NA AULA

Bilirrubina indireta isolada. Tudo mais normal. O que investigar? Muita gente pede exame atrás de exame. Mas às vezes o diagnóstico é clínico e você só precisa orientar o paciente. Nessa aula você aprende a reconhecer Gilbert sem pedir nada além do óbvio.

TGO maior que TGP. É alcoólica? Todo mundo decora a relação 2:1. Mas na cirrose de qualquer etiologia, a TGO pode ultrapassar a TGP. A Dra. Luiza explica quando essa inversão muda completamente a hipótese.

Fosfatase alcalina alta na gestante. É colestase? Antes de pedir colângio-ressonância, lembre: existe fração placentária. A banca adora essa armadilha. A gama GT normal é o que separa você de um erro grosseiro.

Crigler-Najjar tipo 1. Fenobarbital resolve? O tipo 2 responde. O tipo 1, não — porque a enzima está completamente ausente. Você não induz o que não existe. Erre essa diferença e o tratamento que você propõe mata o paciente.

Cada caso com alternativas completas e a discussão de por que você erra no automático. Se você errou ou hesitou no caso lá de cima, essa aula é pra você.

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Mega Revisão CAD | APROMED

CASO CLÍNICO

Mulher, 63 anos. Dor epigástrica há 24 horas, febre, FC 112, PA 98x60. Bilirrubina 6.2 às custas de direta, lipase 1.300. Ultrassom: múltiplos cálculos na vesícula, colédoco de 10mm, pâncreas mal definido.

Você faz CPRE de urgência ou aguarda?

 

Se você hesitou, a maioria também hesita.

E é exatamente nessa hesitação que se perde ponto em prova e se toma conduta errada no plantão. Porque duas alternativas parecem certas. Você marca uma. E erra.

“A prova não quer te pegar. Ela quer saber se você sabe a conduta. O problema é que a gente leva o que faz no serviço e nem sempre é o que a literatura diz. Essa diferença reprova gente boa.”

Dr. Diego Pain

Corpo docente APROMED

A APROMED preparou uma aula que resolve esse caso e outros 14 como esse. Caso, raciocínio, conduta. Próximo caso. E o mais importante: mostra por que as alternativas erradas parecem certas. Que é exatamente o truque de toda prova bem feita.

O QUE VOCÊ VAI VER NA AULA

TC nas primeiras 12 horas de pancreatite? A maioria pede. O laudo vem normal. Porque a necrose ainda não apareceu. Você gastou tempo, dinheiro e não mudou nada na conduta. Nessa aula você aprende o momento exato em que ela faz diferença.

Pseudoaneurisma de esplênica. Hipotenso. Sem extravasamento ativo. Observar parece seguro. Mas esse paciente pode sangrar a qualquer momento e evoluir a óbito. A resposta “segura” pode ser a mais perigosa.

84 anos. DPOC grave. FE 35%. Caquético. Cálculos no colédoco. Colecistectomia? Não aguenta. Derivação? Piorou. Existe uma conduta definitiva sem cirurgia que salva esse paciente. E muita gente não lembra na hora da prova.

Tumor de pâncreas: contato venoso 180°, arterial <180°. Três palavras: ressecável, borderline, irressecável. A diferença entre elas define se o paciente vai pra mesa ou pra quimio. Erre essa classificação e o tratamento inteiro muda.

Cada caso com alternativas completas e a discussão de por que você erra no automático. Se você errou ou hesitou no caso lá de cima, essa aula é pra você.

A turma de Cirurgia do Aparelho Digestivo está confirmada.

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