Caso clínico
Mulher, 63 anos. Dor epigástrica há 24 horas, febre, FC 112, PA 98x60. Bilirrubina 6.2 às custas de direta, lipase 1.300. Ultrassom: múltiplos cálculos na vesícula, colédoco de 10mm, pâncreas mal definido.
Você faz CPRE de urgência ou aguarda?
Se você hesitou, não se preocupe. A maioria hesita. E é exatamente nessa hesitação que se perde ponto em prova e se toma conduta errada no plantão.
A APROMED gravou uma aula de 35 minutos com o Dr. Diego Pain C. Garcia que resolve esse caso e outros 14 cenários como esse. Sem enrolação. Caso, raciocínio, conduta. Próximo caso.
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Você pediria TC nas primeiras 12 horas de pancreatite? A maioria pede. E a maioria está jogando dinheiro fora. O Dr. Diego explica em que momento exato ela muda a conduta.
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Paciente com pseudoaneurisma de esplênica, hipotenso, sem extravasamento ativo. Observar ou embolizar? A resposta "segura" pode matar o paciente.
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84 anos, DPOC grave, FE 35%, caquético, com múltiplos cálculos no colédoco. Você indica colecistectomia? Tem uma conduta que resolve de forma definitiva sem cirurgia. E muita gente não lembra.
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Tumor de pâncreas com contato venoso de 180° e contato arterial menor que 180°. Ressecável, borderline ou irressecável? A diferença entre essas três palavras define se o paciente vai pra mesa ou pra quimio.
Cada um desses cenários aparece na aula com caso clínico completo, alternativas e a discussão de por que você erra quando responde no automático.
O Dr. Diego é direto: "A prova não tem pegadinha. Ela quer saber se você sabe a conduta. O problema é que a gente leva o que faz no serviço e nem sempre é o que a literatura de referência diz."
35 minutos. É menos que um plantão de almoço. E pode mudar a forma como você responde esses casos.
Ah, e a turma de Cirurgia do Aparelho Digestivo da APROMED já está confirmada. Se depois de assistir você quiser garantir sua vaga, é só clicar no botão abaixo.